Os
primeiros dados sobre atendimento médico pré-hospitalar
têm origem muito remota, e é difícil saber precisamente
quando começou.
Cansados de levar companheiros feridos de guerra nas costas, o homem
antigo utilizava uma simples carroça puxada por cavalos, levando-os
a um centro assistencial.
Por volta de 1760, durante as guerras napoleônicas, os franceses
julgaram menos perigoso trasladar seus soldados para a retaguarda
do que por em risco os escassos médicos no front.
Nesta época, certas carroças receberam o nome de ambulâncias
(da raiz francesa "ambulant" que significa aquele que deambula
ou caminha).
As ambulâncias evoluíram, e no começo do último
século tornaram-se veículos motorizados. Seu uso tornou-se
mais comum, mas o conceito ainda era simplesmente transportar rapidamente
o ferido a algum centro de tratamento, sem dar o atendimento necessário
no local. Somente após muito tempo é que a medicina
pré-hospitalar transformou-se no complexo sistema que vemos
hoje.
O conceito do atendimento de emergência nasceu por volta de
1940, com o corpo de bombeiros iniciando os primeiros cuidados enquanto
o doente era trasladado.
Em 1960 a academia nacional de ciências introduziu normas para
os cuidados durante o resgate, transporte e transferência. Em
1962, nos Estados Unidos, criou-se o primeiro serviço semelhante
ao que conhecemos hoje, concomitante com o primeiro curso de formação
de técnicos em emergências.
As primeiras ações para o desenvolvimento das emergências
médicas voltaram-se para tratamento de arritmias graves e mortes
súbitas conseqüentes de problemas cardíacos, evitando
mortes durante a primeira hora do aparecimento de sintomas.
Com a experiência nas guerras da Coréia e do Vietnam,
o resgate de graves pacientes avançou muito no que diz respeito
ao tratamento precoce destes feridos,melhorando o prognóstico
e a sobrevida nos campos de batalha.
A partir desta experiência, os sistemas civis de atendimento
pré-hospitalar incorporaram recursos e tecnologias que permitiram
melhor assistência em menor tempo. Ocorre uma maior especialização
e melhor formação dos profissionais da área.
A capacidade assistencial aumenta e passa a cobrir os mais variados
casos de emergência, nascendo então o conceito de resolver
o problema no local, sem deslocar o paciente.
No Brasil, este conceito foi importado no início da década
de 90, com a chegada de grandes grupos estrangeiros, implantando suas
bases em Curitiba e Brasília.
A instalação da primeira base operacional do SAT aconteceu
em Porto Seguro/BA no ano de 1997 a fim de atender ao exigente público
de turismo internacional. Posteriormente, em outubro de 2000, Fortaleza,
importante pólo turístico, também acolheu a estrutura
do SAT.
Atualmente o SAT - Emergências Médicas, uma empresa totalmente
brasileira, orgulha-se de ser referência na prestação
de serviços médicos emergenciais dos principais grupos
seguradores internacionais. Com mais de 50.000 atendimentos prestados
a este público, o SAT possui todas as credenciais necessárias
para oferecer o melhor em medicina emergencial pré-hospitalar
à sociedade brasileira.
Emergência
Risco (imediato) de morte iminente ou seqüelas graves.
Exemplo: Infarto Agudo do Miocárdio.
EMERGÊNCIA
Infarto agudo do miocárdio
Edema agudo pulmonar
Acidente vascular cerebral
Insuficiência respiratória aguda
Coma diabético
Hemorragia digestiva aguda
Hemorragia ginecológica aguda
Politraumatismo
Pancreatite
Emergências obstétricas
Intoxicações agudas graves
Afogamento por imersão
Urgência
Risco (mediato) de morte em curto prazo ou seqüelas graves
no mesmo período.
Exemplo: Apendicite Aguda.
URGÊNCIA
Cólica hepato-biliar
Cólica renal
Mal asmático
Hipotensão
Crises hipertensivas
Traumatismos ou politraumatismos
sem perda de consciência
Insuficiência respiratória
Hipertermia ( febre com mais de 39 graus )
Cafaléia
intensa
Atendimento Emergencial Pré Hospitalar
É o atendimento médico realizado na residência,
hotel, ou outros locais. Procura resolver no local ou estabilizar
para remover o paciente a um centro médico para continuidade
do tratamento. Tem objetivo de tratamento, não de transporte.
Remoção
Traslado de pacientes sem objetivo de tratamento. Pode ser entre
hospitais, domicílio-hospital e vice versa.
A Emergência
Médica em nosso dia a dia
Apesar de todos os cuidados e precauções, a ocorrência
de emergências é imprevisível. O dia a dia dos
serviços médicos mostra que ninguém está
isento. As dificuldades de uma pessoa querida, ou mesmo de um completo
estranho sempre geram momentos dramáticos e de ansiedade, tanto
para a vítima, como para todos os presentes. Acidentes, infecções,
infartos, intoxicações, queimaduras e outras situações
inesperadas podem ocorrer sem aviso, colocando vidas em sofrimento
ou risco. Tais fatos provocam uma sensação de impotência
nos responsáveis pela pessoa enferma.
EMERGÊNCIAS
MÉDICAS
Importante:
95%
das emergências médicas acontecem longe
de um ambiente hospitalar, e o tempo de início
do atendimento pode ser fator determinante para a vida
do paciente, bem como para existência e/ou gravidade
de seqüelas.
O que fazer
frente a uma emergência?
Ao se deparar com uma emergência a maior parte da população
não tem conhecimento de medidas que podem e devem ser tomadas
por qualquer pessoa para ajudar a vítima. No entanto, muitas
vezes a falta deste conhecimento básico pode causar problemas
diversos tanto para quem tenta ajudar como para quem necessita de
ajuda. Por isto o SAT destaca sempre a importância na educação
da sociedade para a emergência médica.
A importância em prestar um socorro
rápido e correto
Com o desenvolvimento dos serviços de emergência em todo
o mundo, comprovou-se que grande parte do sucesso no tratamento de
pessoas vítimas de algum tipo de emergência / urgência
médica esta diretamente relacionado com o tempo em que o atendimento
foi realizado, e com a correção das medidas tomadas.
IMPORTANTE
Em
uma situação de Emergência Médica
o primeiro atendimento rápido
e eficiente é fundamental.
Atender de forma rápida e correta
em muitas vezes significa a vida de uma pessoa. O tempo para o primeiro
atendimento é fator determinante para o sucesso de tratamento.
Quando pessoas não habilitadas levam um paciente até
o hospital, o tempo médio entre a emergência e o tratamento
adequado é de 33 minutos, considerando o tempo de trajeto
até o hospital, admissão, triagem e identificação
dos sintomas. O risco de acidente no trânsito provocado pela
ansiedade em chegar rápido deve ser considerado.
O atendimento ou remoção inadequada de pessoas enfermas
compromete a evolução do paciente, e pode até
mesmo trazer constrangimentos legais aos envolvidos. Por isso é
fundamental que o primeiro atendimento seja realizado corretamente.
No sistema de atendimento médico emergencial o tempo médio
para recebimento do tratamento adequado é de 16 minutos.
Já no chamado, o atendente informa ao solicitante como este
deve proceder até a chegada da equipe médica. O atendimento
é imediato. Inicia com a ligação telefônica.
EMERGÊNCIAS
MÉDICAS
Importante:
Estudos
mostram que em uma emergência médica o
tempo médio entre a ocorrência da emergência
e o atendimento médico é de 33 minutos.
No SAT - Emergências Médicas, assim que
ocorre o chamado um atendente especializado inicia as
orientações para a vítima até
a chegada da equipe médica, em média de
16 minutos.